quinta-feira, agosto 18, 2005

Ausência de ti....
Mãe!



(fotos de MªClarinda Galante)

6 Comments:

Blogger Menina_marota said...

Belas Imagens!

Uma ausência, mas que permanece em nós, no nosso coração...

Grata pelas tuas palavras. Se quiseres posso enviar-te os códigos HTLM para colocares música. Envio-te por mail, uma música ao meu gosto e depois tu mudas paras as tuas. Pode ser? Depois é só preciso colocar no Blog.
Um abraço ;)

10/07/2005 7:14 da tarde  
Blogger franalaxander3737 said...

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12/31/2005 9:06 da manhã  
Blogger joelane8059 said...

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1/21/2006 5:07 da tarde  
Blogger Rita said...

Sempre sensível aos detalhes, não é Clarinda?!? Gostei muito das fotos e da associação à tua mãe ausente...
Um grande, grande beijo! ;)

2/08/2006 3:34 da tarde  
Blogger ellla said...

esse é um dos posts que mais posso associar as palavras:
"uma imagem vale mil palavras"

A mae enternecedora, e protectora para seu filho faz exactamente ressentir a força e paixao da sua mae para o seu filho, esse amor so se encontra 1 vez... A minha ainda existe mas este tipo de coisas me poe consciente do que ira acontecer...
Mas acredito numa coisa, ela esta dentro de ti, es a maior prova que ela esta bem viva, nao desperdices o que ela te deu :)

PS: o meu blog nao é bem podes esperar de mim, é + genero fait-divers

2/13/2006 7:55 da tarde  
Blogger numerusclausus said...

Mãe!
Que desgraça na vida aconteceu
que ficaste insensível e gelada, que todo o teu perfil se endureceu numa linha severa desenhada?

como as estátuas que são gente nossa,
cansada de palavras e tortura, assim tu me pareces no teu leito - presença sinzelada em pedra dura, que não tem coração dentro do peito.

Chamo aos gritos por ti:
não me respondes!...
Beijo-te as mãos e o rosto
- sinto frio...
ou és outra, ou me enganas ou te escondes
por detrás do terror deste vazio...

Mãe!
Abre os olhos, ao menos diz que sim!
Diz que me vês ainda e que me queres,
que és a eterna mulher entre as mulheres,
que nem a morte te afastou de mim!

Esta dor, cantada por um poeta que não sou eu, faz-me chorar comovido ao lembrar-me o que já senti.
Entendo bem as suas poucas palavras. Até breve

10/13/2006 6:01 da tarde  

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